1 Fevereiro, 2018
Posted in Imprensa
14 Dezembro, 2018 Consulting House

Sabe o que preocupa os seus colaboradores?

Com certeza que tem uma noção. Para além das preocupações standard, enquanto líder consegue antever, no que diz respeito à função de cada um, situações capazes de lhes tirar o sono.

 

Chefias de Topo

 

Principais “sintomas” de problemas de liderança:

  • Dificuldade em influenciar comportamentos e/ou não o fazerem de forma adequada
  • Défices de comunicação e capacidade de transmissão de mensagens
  • Impraticabilidade de técnicas de auto-liderança

 

Como? Aqui estão três princípios simples que pode aplicar que vão potenciar o seu poder de influência:

 

Uma parte importante, senão a mais importante, do trabalho de uma Chefia de Topo é dominar a arte de saber influenciar os comportamentos dos seus colaboradores, directos e indirectos. Facto é: todos o fazem de forma inconsciente. Não é possível estar no topo de uma empresa sem influenciar as práticas de toda a empresa. Agora, fazem-no na direcção desejada e da forma mais correcta? Talvez não.

 

A clareza na comunicação com os colaboradores pode também ser um problema. Dificuldades na transmissão das estratégias, objectivos, valores, missão da empresa, são relatadas como problemas nas empresas. A gestão da cultura organizacional também está a cargo das chefias de topo. Elas têm de transmitir e fazer replicar os objectivos organizacionais em todos os níveis hierárquicos. É desejável, que enquanto Chefias de Topo, que encontrem o seu próprio estilo de liderança, conseguindo ser líderes de si próprios e dos outros.
Na Consulting House acompanhamos equipas de gestão de topo em projectos de melhoria de eficácia. Esta experiência permite-nos afirmar que não é ainda comum a preocupação com os processos de trabalho das próprias equipas de topo.

Chefias Intermédias

 

Principais “sintomas” de problemas de liderança:

  • Dificuldade em mobilizar para a “acção”
  • Incapacidade para criar/manter o engagement
  • Défices de comunicação e capacidade de transmissão de mensagens
  • Não delegação de tarefas
  • Ausência de feedback

 

Estas são as pessoas a quem compete mobilizar equipas inteiras dentro da organização. A dificuldade que sentem é em conseguir não mobilizar por “ordens” (sendo esta a via mais fácil e mais usual, com efeitos de curto prazo) e serem capazes de assegurar o alinhamento, comprometimento e a compreensão das mensagens que vêm dos seus superiores hierárquicos.

 

Desta forma, excelentes competências de comunicação são fundamentais. São eles que passam a informação a jusante e a montante, sendo o elo de ligação entre o topo e os colaboradores. Apesar da importância da delegação de tarefas, ainda há quem resista. A delegação é de extrema importância não só para o desenvolvimento dos colaboradores, como para libertar as próprias chefias para outras tarefas que requerem a sua atenção. No entanto, uma parte importante da delegação é o feedback e controlo. É importante saber dar feedback e incentivar os colaboradores para uma melhoria contínua, como algo importante para si e para a organização.

 

Colaboradores

 

Principais “sintomas” de problemas de liderança:

  • Não sentimento de engagement
  • Incapacidade para se auto-motivar
  • Défice de competências técnicas
  • Inadaptabilidade face à mudança

 

Como consequência da incapacidade das Chefias Intermédias criarem e manterem o engagement dos colaboradores, os próprios tendem a não sentir identificação com a empresa, com a sua missão e valores. Por outro lado, os colaboradores clamam por um reconhecimento que não vem, demonstrando-se incapazes de se auto-motivar, e de se manterem resistentes face às adversidades.

 

Demonstram também ter pouca consciência de “ter de saber fazer” (i.e., de dominarem na perfeição as competências requeridas para a função) e quando lhes é requerida determinada competência técnica sentem elevada pressão para o atingimento de resultados.Nos dias que correm a mudança é também tema. As organizações estão em constante mudança e estas pessoas têm de fazer um elevado esforço para compreender e interpretar a mudança como uma oportunidade, o que nem sempre é fácil.

Enquanto líderes temos de ser capazes de olhar para a nossa organização e para as nossas pessoas e sermos capazes de fazer este exercício.

Pergunte-se: Sei o que preocupa os meus colaboradores? Sei quais são os principais desafios das minhas pessoas?

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